Massa de pastel profissional

Ingredientes:

  • 2 copos (tipo requeijão) de farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (sopa) de pinga
  • 1 pitada de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • Água fervente o suficiente

Modo de fazer:

Misture tudo e, por último, a água fervente até poder sovar. Sove bem, embrulhe em um plástico e guarde na geladeira até o outro dia. Quando quiser, tire da geladeira, recheie e leve para fritar. Rendimento: 12 porções

Fonte: Ana Maria Braga

Bolo de cenoura com flocos de milho

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • ½ xícara (chá) de óleo (120 ml)
  • 2 xícaras (chá) de cenoura picada (270 g)
  • 1 e ½ xícara (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 250 g de flocos de milho pré-cozidos

Modo de fazer:

Bata os 4 primeiros ingredientes no liquidificador até triturar bem. Desligue o aparelho, acrescente o fermento e os flocos de milho e pulse apenas para misturar. Despeje em fôrma de cone central (20 cm de fundo x 10 cm de altura) untada com óleo e polvilhada com flocos de milho. Leve ao forno médio preaquecido (180 °C) por cerca de 50 minutos ou até dourar. Desenforme morno.

Fonte: Ana Maria Braga

Canja de galinha

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de óleo
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picado
  • 400g de peito de frango cortado em pedaços
  • Pimenta-do-reino à gosto
  • 1 tablete de caldo de galinha
  • 1 cenoura picada em pedaços pequenos
  • 1 tomate picado sem as sementes
  • 3 batatas picadas
  • 2 colheres (sopa) de extrato de tomate
  • 1/2 xícara (chá) de salsinha picada
  • 1 1/2 litro de água
  • Sal à gosto
  • 1 xícara (chá) de arroz cru

Modo de fazer:

Em uma panela de pressão, adicione o óleo, a cebola, o alho e refogue. Adicione o peito de frango em pedaços e deixe refogar por 5 minutos. Tempere com pimenta-do-reino e o caldo de galinha. Misture bem. Adicione o tomate, a cenoura, a batata e o extrato de tomate. Misture bem. Adicione a salsinha e misture. Acrescente a água, o sal à gosto e experimente. Tampe e depois que pegar a pressão conte 10 minutos. Adicione o arroz cru e cozinhe por 20 minutos. Sirva ainda quente.

Sopa de couve

Ingredientes:

  • Talos de 1 maço de couve
  • 1 cubo de caldo de carne
  • 1 e 1/2 litro de água
  • 1 xícara (chá) de couve cortada em tiras
  • 2 batatas médias em cubos
  • Tempero a gosto
  • 50g de bacon em cubos frito
  • 750g de batata espremida

Modo de preparo:

No liquidificador, bata os talos de couve com 1 xícara (chá) de água e reserve. Em uma panela, dissolva o caldo de carne na água restante, mexendo bem. Acrescente os talos batidos reservados, a couve cortada em tiras, a batata e leve ao fogo médio até a batata cozinhar. Acrescente tempero a gosto, bacon e a batata espremida e misture. Retire do fogo e sirva. Rendimento: 4 porções

Sanduíche de pernil

Ingredientes:

  • 1 pernil desossado (de aproximadamente 1,5 kg)
  • 1 xícara (chá) de suco de limão
  • 4 colheres (sopa) de MAGGI Gril
  • meio quilo de cebola em rodelas

Molho:

  • meia xícara (chá) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de salsa picada
  • 4 colheres (sopa) de vinagre
  • 1 tomate picado
  • 1 stick de MAGGI Meu Segredo
  • 12 pães francês

Modo de fazer:

Fure o pernil com uma faca, tempere com suco de limão e Gril MAGGI® e deixe tomar gosto por cerca de 1 hora. Coloque-o em uma assadeira, cubra com papel de alumínio e leve ao forno médio-alto (200 °C), preaquecido, por cerca de 1 hora e meia. Retire o papel, junte a cebola e deixe o pernil por mais cerca de 40 minutos, regando de vez em quando com o caldo que se forma no fundo da assadeira. Retire do forno e fatie. Molho: Para fazer o molho, misture todos os ingredientes e leve à geladeira. Abra os pães franceses e recheie com fatias de pernil, rodelas de cebola e molho vinagrete. Sirva.

DICA: Você pode servir o sanduíche no almoço, completando a refeição com uma salada fresca e frutas como sobremesa.
DICA1: Se gosta do sabor agridoce, ao montar os sanduíches, coloque uma fatia de abacaxi, combina muito bem.

 

Picanha de forno com legumes

Ingredientes:

  • 1 peça de picanha inteira (cerca de 1kg)
  • 2 dentes de alho amassados
  • 2 tabletes de caldo de picanha
  • 2 mandioquinhas cortadas em rodelas grossas
  • 2 xícaras (chá) de cenoura em rodelas grossas
  • 150 g de vagem picada
  • 2 cebolas cortadas em pétalas
  • 2 colheres (sopa) de salsa picada
  • Óleo para untar

Modo de fazer:

Em uma tigela, tempere a carne com o alho, regue com o caldo dissolvido em duas xícaras (chá) de água e deixe tomar gosto por cerca de 1 hora. Unte com óleo uma assadeira, coloque a carne com a gordura voltada para cima e regue com o tempero. Cubra com papel de alumínio e leve ao forno médio-alto (200°C), preaquecido, por cerca de 30 minutos, regando de vez em quando com o suco que se forma na assadeira. Retire o papel de alumínio, acrescente a mandioquinha, a cenoura, a vagem e a cebola e deixe por mais 30 minutos, ou até que a carne esteja dourada e os legumes macios. Fatie a carne e sirva com os legumes, polvilhada com a salsa. Rendimento: 8 porções.

DICA: A picanha é uma carne muito saborosa, porém com muita gordura. Prefira carnes vermelhas magras, pois contêm menor teor de gordura e contribuem para uma alimentação equilibrada.

Bûche de Noël

Ingredientes:

Massa:

  • 5 ovos
  • 5 colheres (sopa) de açúcar
  • 1/2 xícara (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1/2 xícara (chá) de amêndoas trituradas
  • manteiga para untar

Recheio:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 1/2 xícara (chá) de amêndoas peladas, torradas e moídas

Cobertura:

  • 1 lata de creme de leite
  • 1 tablete de chocolate meio amargo picado
  • lascas de amêndoas peladas e torradas, cerejas ou framboesas ou morangos e folhas de hortelã para decorar

Modo de fazer:

Massa: Em uma batedeira, bata os ovos até dobrarem de volume. Adicione o açúcar e bata mais um pouco. Diminua a velocidade da batedeira e junte o leite. Desligue e adicione a farinha de trigo e as amêndoas, misturando delicadamente. Despeje em uma forma retangular (30x41com), untada e forrada com papel-manteiga untado. Leve ao forno médio-alto (200ºC), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Recheio: Em uma panela, coloque o leite condensado e a manteiga e cozinhe em fogo baixo, mexendo sempre até desprender da panela (cerca de 5 minutos). Retire do fogo, acrescente s amêndoas moídas e misture bem. Desenforme a massa e recheie. Enrole como rocambole com o auxílio do papel-manteiga. Cobertura: Aqueça o creme de leite em banho-maria. Adicione o chocolate picado, mexendo até que derreta. Espere esfriar e leve à geladeira por cerca de 30 minutos. Montagem: Corte um pedaço de rocambole na diagonal e coloque-o na lateral, formando um tronco de árvore. Decore a Bûche de Noël espalhando a cobertura de chocolate sobre o rocambole com uma espátula, alisando bem. Em seguida, faça alguns sulcos com um garfo, para imitar a textura do tronco. Leve à geladeira para firmar (20 minutos). Sirva decorado. Rendimento: 16 porções.

 

 

 

 

Romã – fruto vulgar no mediterrâneo oriental e médio oriente

Por trás dos bagos vermelhos e rosados de sabor agridoce está um fruto exótico que tem imensas propriedades benéficas para o organismo e, por conseguinte, para a saúde.

A romã ajuda, entre outras coisas, a manter baixos os níveis de colesterol e de tensão arterial, e a sua vitamina C protege das constipações.

O que diz a história?

Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém da Grécia, Síria e Chipre e também centro do Oriente Próximo, que inclui o interior da Ásia Menor, a Transcaucásia, o Irã e as terras altas do Turcomenistão.

A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.

Segundo a Bíblia, quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estaria presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.

Os judeus a chamavam de rimmon (do hebraico רמון); entre os árabes, era conhecida como rumman (do árabe رمان); mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média, a romã era, frequentemente, considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta como o fruto têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental.

Qual é a melhor?

As melhores são as maiores e as mais pesadas, com uma casca firme e acastanhada. Mas se encontrar romãs originárias do Afeganistão, de tom vermelho muito vivo e com, pelo menos, 10 cm de diâmetro, não hesite. São conhecidas como as melhores romãs do mundo!

Porque é tão saudável?

  • Não tem gordura nenhuma, apenas hidratos de carbono (e mesmo assim em quantidade reduzida) que dão energia de forma imediata, e um elevado teor de água, que lhe confere uma incomparável suculência e ajuda a manter o corpo saudável e hidratado.
  • Tem uma quantidade significativa de potássio, o que, aliado ao seu reduzido nível de sódio, ajuda a repor o nível hídrico das células. Isto traduz-se numa recuperação mais eficaz da saúde das células, melhorias no sistema nervoso e muscular, e redução da tensão arterial.
  • É rica em substâncias antioxidantes (flavonóides, pró-vitamina A e vitamina C, bem como  taninos, substância responsável pela sensação áspera do sabor da romã) que ajudam a controlar os níveis de colesterol.
  • Possui ainda uma acção anti-inflamatória, digestiva e purificadora do sangue.

Como nos beneficia?

É uma fruta recomendada para diabéticos por ter quantidades quase nulas de sacarose (0,2 g por cada 100 g). Para além disso, ajuda a emagrecer porque é pouco calórica e tem um ligeiro efeito diurético.

É de fácil digestão e está indicada para problemas gastrointestinais, como diarreia, úlceras ou flatulência, bem como na prevenção das hemorróidas. Mais importante ainda é o facto de ser um excelente aliado contra o stress, a hipertensão e o colesterol alto, doenças cardiovasculares ou até mesmo contra o cancro, principalmente da próstata.

Escolha a melhor

Escolha as romãs que pesam mais em proporção ao seu tamanho, sem cortes nem amolgadelas, com uma casca rija de cor viva e nuances acastanhadas. Apesar de poder encontrar romãs à venda durante todo o ano, a época em que as suas propriedades organolépticas (cor, sabor, aroma) estão mais apuradas vai desde o início de outubro a meio de dezembro.

Fontes: Wikipédia, Sapo Lifestyle

Caqui ou Dióspiro?

O Caqui (Português do Brasil) ou Dióspiro (Português Europeu) é o fruto do caquizeiro ou diospireiro, uma árvore da família Ebenaceae. O nome dióspiro (Diospyros) tem origem no grego: διόσπυρος (dióspyros), que significa alimento de Zeus, enquanto caqui vem do japonês kaki (柿).

Existem diversas variedades: a vermelha, quando madura, é muito doce e mole e precisa de muito cuidado no transporte para não se amassar. Esta variedade é muito consumida em Portugal. A variedade conhecida como caqui-sileide (no Brasil) é de cor alaranjada e no interior tem riscas cor de chocolate. É mais dura e resistente e não tão doce como a vermelha. Tem poucas calorias (cerca de 80 por 100 g) e possui vitaminas A, B1, B2 e E, além de cálcio, ferro e proteínas.

O caqui é muito cultivado na região sul do Brasil e no estado de São Paulo, particularmente em Itatiba, Piedade e em Mogi das Cruzes, conhecida como Terra do Caqui, pois o fruto dá-se bem em climas amenos e frios (subtropical e temperado). No Brasil, as primeiras variedades do caqui doce foram trazidas por imigrantes japoneses em 1916. Os brasileiros só conheciam o caqui do tipo adstringente, aquele que «amarra a boca». É também cultivado em Portugal, nomeadamente na região das Beiras.

Fonte: Wikipédia (Leia mais)

Masala Chai – Chá indiano

Ingredientes:

  • 4 sachês de chá preto
  • 1 pau de canela
  • 3 cravos-da-índia
  • 1/2 colher (sopa) de gengibre moído
  • 1 xícara de açúcar mascavo
  • 1 litro de água
  • 1 litro de leite integral

Modo de fazer:

Ferva a água em uma panela, adicione a canela e os cravos. Misture com uma colher e ferva por 20 minutos. Adicione o gengibre e ferva em fogo baixo por 5 minutos. Adicione o leite e deixe por 1 minuto antes de desligar do fogo. Com o fogo desligado, acrescente o açúcar mascavo e os sachês de chá. Tampe a panela e deixe por 3 minutos. Coe e sirva a seguir.