Qual a diferença entre Tender, Peru e Chester?

O Natal é uma grande oportunidade de reunir a família em um clima de fraternidade, troca de presentes, muita alegria e diversão. E nada junta todos esses elementos de forma mais deliciosa do que a ceia de Natal, uma refeição recheada de pratos típicos que geralmente não aparecem na nossa mesa em outras épocas do ano. Os três mais comuns são o Chester, o peru e o tender. Mas você sabe o que é um Chester? Acha que? Tender? tem a ver com a música do Elvis Presley? E o peru, é só uma galinha gigante? Como assar os três? Com o que servir? Temos as respostas que vão deixar o seu Natal mais delicioso.

Chester, a estrela brasileira

O Chester é praticamente um herói nacional, firme, forte e de peito estufado e coxas torneadas na mesa de milhões de brasileiros, fazendo a alegria do Natal. No entanto, quase ninguém sabe o que ele é, de fato. Um pássaro? Um avião? Nada disso. O Chester é um tipo especial de frango que foi selecionada para ter baixo teor de gordura, alto teor de proteínas e 70% de sua carne nobre concentrada no peito e nas coxas. Ou seja, é tudo de bom, em tamanho família.

E se ninguém nunca viu um Chester, é porque só a Perdigão tem. O nome não indica uma espécie de ave. A palavra, derivada de chest? (peito, em inglês), é marca usada pela Perdigão, que o trouxe dos Estados Unidos em 1979. Com sua carne macia e suculenta, o Chester já vem temperado, prontinho para ir ao forno na noite de Natal ou ser incrementado com sua receita favorita.

Para dar a sua cara que tal marinar a carne, cobrindo com água, sal, ervas, como alecrim e salsinha, e um pouco de suco de limão ou vinagre em uma vasilha? Um truque é usar um saco de assar – que você encontra com facilidade no supermercado – que garante que o tempero fique espalhado por toda a carne. Para manter o peito suculento, fica a dica: cubra essa parte- e apenas ela! – com papel alumínio por mais ou menos 1 hora (O ideal é não deixar todo o tempo de cozimento). Dessa forma, você desacelera o cozimento do peito, que pode ficar ressecado antes do resto do Chester estar pronto.

Para acompanhar, uma boa dica é uma tradicional farofa natalina, além de uma salada de batatas ou salpicão. Vai ficar uma delícia!

Peru, a tradição norte-americana

O peru é uma ave de grande porte, nativa da América do Norte e é tradicionalmente servida em dois grandes feriados nos Estados Unidos: o Dia de Ação de Graças e no Natal. Ele tem uma carne bastante saborosa, peito com carne branca e coxas mais rosadas.

Uma das coisas mais surpreendentes sobre o peru é o próprio nome da ave, que é praticamente uma salada de referências erradas de geografia. Quando os europeus encontraram os primeiros perus, acreditavam, incorretamente, se tratar de uma espécie encontrada na Turquia, por isso, o nome ? turkey? em inglês. O nome em português é derivado de uma confusão similar: ora pois, nossos antepassados portugueses achavam que a ave era trazida do Peru.

Assim como o Chester, o Peru Perdigão já vem temperado suavemente, pronto para receber seu toque especial, além dos miúdos, que podem ser usados para rechear com uma farofa espetacular. E para não perder o ponto do cozimento, é fácil: ele já vem com termômetro que avisa quando está pronto.

As dicas para manter o peru bem suculento e macio são parecidas com às do Chester. É importante deixar a carne marinando com temperos ou, pelo menos, na água com sal. Isso ajuda a impedir que o peito fique ressecado antes das coxas ficarem prontas. O sabor é mais marcante que o do Chester e a carne costuma ter uma textura um pouco mais rígida. Para acompanhar, nossa sugestão é apostar em uma farofa com bacon, saladas com maçã e molho com sabor mais ácido. As castanhas também podem completar, já que são uma tradição de Natal e encaixam muito bem com o sabor da carne.

O que, afinal, é um tender?

O tender, diferente do Chester e do peru, não é uma ave, nem é derivado de uma. Na verdade, ele é o pernil defumado do porco, ou um tipo de presunto. Geralmente em formato bolinha, o tender já costuma vir desossado e pré-cozido, mas ele fica muito mais suculento quando assado e temperado do seu jeitinho! Tradicionalmente, o tender é preparado com frutas ou marinado em outros ingredientes doces, como melado de cana, o que cria um contraste muito gostoso com a carne mais salgadinha do porco.

A farofa, especialmente se for temperada com bacon ou outro corte de porco, encaixa como uma luva como complemento do prato, que já tem um sabor relativamente complexo e variado.

Um é pouco, dois é bom? três é demais?

A resposta depende muito das preferências e do tamanho de sua família. O Chester acaba levando uma vantagem na nossa mesa porque, como é um parente do frango, é muito mais familiar ao gosto do brasileiro. O tender complementa bem como uma segunda opção para quem prefere carne vermelha ou quem simplesmente quer experimentar sabores bem diferentes na ceia de Natal. Mas, se as três opções forem muito para a noite do dia 24, que tal escolher uma para o almoço do dia seguinte e assim aproveitar todos esses sabores maravilhosos no seu final de ano? Hmmmm!

Fonte: Perdigão

Romã – fruto vulgar no mediterrâneo oriental e médio oriente

Por trás dos bagos vermelhos e rosados de sabor agridoce está um fruto exótico que tem imensas propriedades benéficas para o organismo e, por conseguinte, para a saúde.

A romã ajuda, entre outras coisas, a manter baixos os níveis de colesterol e de tensão arterial, e a sua vitamina C protege das constipações.

O que diz a história?

Segundo pesquisadores russos, a romãzeira provém da Grécia, Síria e Chipre e também centro do Oriente Próximo, que inclui o interior da Ásia Menor, a Transcaucásia, o Irã e as terras altas do Turcomenistão.

A importância da romã é milenar, aparece nos textos bíblicos, está associada às paixões e à fecundidade. Os gregos a consideravam como símbolo do amor e da fecundidade. A árvore da romã foi consagrada à deusa Afrodite, pois se acreditava em seus poderes afrodisíacos. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado no ritual do ano novo quando sempre acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora.

Segundo a Bíblia, quando os judeus chegaram à terra prometida, após abandonarem o Egito, os 12 espias que foram enviados para aquele lugar voltaram carregando romãs e outros frutos como amostras da fertilidade da terra que Jeová (Deus) prometera. Ela estaria presente nos jardins do Rei Salomão. Foi cultivada na antiguidade pelos fenícios, gregos e egípcios. Em Roma, a romã era considerada nas cerimônias e nos cultos como símbolo de ordem, riqueza e fecundidade.

Os judeus a chamavam de rimmon (do hebraico רמון); entre os árabes, era conhecida como rumman (do árabe رمان); mais tarde, os portugueses a chamaram de romã ou “roman”. Na Idade Média, a romã era, frequentemente, considerada como um fruto cortês e sanguíneo, aparecendo também nos contos e fábulas de muitos países. Os povos árabes salientavam os poderes medicinais dos seus frutos e como alimento. Tanto a planta como o fruto têm sido utilizados em residências ou em banquetes pelo efeito decorativo das suas flores e dos seus frutos, além do seu uso como cerca viva e planta ornamental.

Qual é a melhor?

As melhores são as maiores e as mais pesadas, com uma casca firme e acastanhada. Mas se encontrar romãs originárias do Afeganistão, de tom vermelho muito vivo e com, pelo menos, 10 cm de diâmetro, não hesite. São conhecidas como as melhores romãs do mundo!

Porque é tão saudável?

  • Não tem gordura nenhuma, apenas hidratos de carbono (e mesmo assim em quantidade reduzida) que dão energia de forma imediata, e um elevado teor de água, que lhe confere uma incomparável suculência e ajuda a manter o corpo saudável e hidratado.
  • Tem uma quantidade significativa de potássio, o que, aliado ao seu reduzido nível de sódio, ajuda a repor o nível hídrico das células. Isto traduz-se numa recuperação mais eficaz da saúde das células, melhorias no sistema nervoso e muscular, e redução da tensão arterial.
  • É rica em substâncias antioxidantes (flavonóides, pró-vitamina A e vitamina C, bem como  taninos, substância responsável pela sensação áspera do sabor da romã) que ajudam a controlar os níveis de colesterol.
  • Possui ainda uma acção anti-inflamatória, digestiva e purificadora do sangue.

Como nos beneficia?

É uma fruta recomendada para diabéticos por ter quantidades quase nulas de sacarose (0,2 g por cada 100 g). Para além disso, ajuda a emagrecer porque é pouco calórica e tem um ligeiro efeito diurético.

É de fácil digestão e está indicada para problemas gastrointestinais, como diarreia, úlceras ou flatulência, bem como na prevenção das hemorróidas. Mais importante ainda é o facto de ser um excelente aliado contra o stress, a hipertensão e o colesterol alto, doenças cardiovasculares ou até mesmo contra o cancro, principalmente da próstata.

Escolha a melhor

Escolha as romãs que pesam mais em proporção ao seu tamanho, sem cortes nem amolgadelas, com uma casca rija de cor viva e nuances acastanhadas. Apesar de poder encontrar romãs à venda durante todo o ano, a época em que as suas propriedades organolépticas (cor, sabor, aroma) estão mais apuradas vai desde o início de outubro a meio de dezembro.

Fontes: Wikipédia, Sapo Lifestyle

Caqui ou Dióspiro?

O Caqui (Português do Brasil) ou Dióspiro (Português Europeu) é o fruto do caquizeiro ou diospireiro, uma árvore da família Ebenaceae. O nome dióspiro (Diospyros) tem origem no grego: διόσπυρος (dióspyros), que significa alimento de Zeus, enquanto caqui vem do japonês kaki (柿).

Existem diversas variedades: a vermelha, quando madura, é muito doce e mole e precisa de muito cuidado no transporte para não se amassar. Esta variedade é muito consumida em Portugal. A variedade conhecida como caqui-sileide (no Brasil) é de cor alaranjada e no interior tem riscas cor de chocolate. É mais dura e resistente e não tão doce como a vermelha. Tem poucas calorias (cerca de 80 por 100 g) e possui vitaminas A, B1, B2 e E, além de cálcio, ferro e proteínas.

O caqui é muito cultivado na região sul do Brasil e no estado de São Paulo, particularmente em Itatiba, Piedade e em Mogi das Cruzes, conhecida como Terra do Caqui, pois o fruto dá-se bem em climas amenos e frios (subtropical e temperado). No Brasil, as primeiras variedades do caqui doce foram trazidas por imigrantes japoneses em 1916. Os brasileiros só conheciam o caqui do tipo adstringente, aquele que «amarra a boca». É também cultivado em Portugal, nomeadamente na região das Beiras.

Fonte: Wikipédia (Leia mais)

6 incríveis benefícios do marmelo para a saúde

O marmeleiro (Cydonia oblonga), é uma árvore que produz fruto marmelo. Muitas pessoas ainda não têm conhecimento dos benefícios do marmelo e as formas de consumi-lo. No entanto, após conhecer seus vários benefícios à saúde, garanto que vão se interessar mais por essa fruta e passar a comê-la com mais frequência.

Em alguns países como Portugal, o marmelo é consumido cru, porém, a marmelada é seu método de consumo mais comum. O marmelo tem uma polpa amarela, dura e áspera, e geralmente, é consumido em forma de doce, principalmente por seu elevado teor de pectina, que dá um sabor especial para os doces, compotas e conservas.

Benefícios do marmelo para a saúde

1 – Ajuda a hidratar

Em primeiro lugar, quanto à composição e valor energético do marmelo, observe que esta fruta tem um elevado teor de água e, por sua vez, é uma baixa caloria (cerca de 25 kcal por 100 g). Por isso, se torna uma boa maneira de manter-se hidratado, mesmo estando em dieta.

2 – Ajuda na digestão

O marmelo é uma boa fonte de fibras solúveis, pectinas e mucilagens, que ajudam na digestão dos alimentos. Portanto, o consumo de marmelo pode prevenir a desidratação em casos de vômitos e também é indicado para tratar outras doenças estomacais.

3 – Controla o colesterol

O consumo desta fruta é também recomendado para pessoas que tendem a ter altos níveis colesterol, uma vez que é rica em fibras solúveis, que reduzem a absorção de colesterol no sangue.

4 – Combate o ácido úrico

Entre os benefícios de marmelo, também ressalta-se a sua contribuição de ácido málico, que é o que lhe confere o gosto amargo, esta característica pode ser utilizada para neutralizar os níveis elevados de ácido úrico.

5 – Trata a diarreia

Seu alto teor de um antioxidante, chamado tanino, faz com que essa fruta seja adstringente, o que torna seu consumo apropriado para tratar a diarreia, principalmente suas sementes.

6 – Rico em potássio

Também é importante notar que o marmelo é um dos alimentos ricos em potássio que podemos incorporar em nossa dieta para proteger nossos músculos, prevenir cãibras e controlar a pressão arterial.

Mais informações

Apesar de pouco conhecido, o marmelo pode ser um grande aliado para a saúde, promovendo vários benefícios para o organismo. O consumo do marmelo em doces ou compotas, deve ser feito de maneira moderada por pessoas que sofrem de diabetes.

Fonte: Dicas sobre saúde

 

Abóbora

A abóbora é uma planta proveniente da América Central e pertence à família das cucurbitáceas, a mesma família do melão, melancia e do pepino.

Possui um baixo valor energético de apenas 9 Kcal por 100g e vários tipos de carotenoides na polpa do fruto (que lhe dá a cor laranja e amarela) sendo que o betacaroteno é pigmento predominante. São substâncias com características antioxidantes e no caso do betacaroteno este é convertido parcialmente em vitamina A no organismo.

Possui muitos benefícios para oferecer à saúde, ela é um alimento bastante versátil e pode ser utilizado em diversas preparações, doces e salgadas. A abóbora é rica em potássio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, zinco, fibra, riboflavina e vitaminas A, C, E e complexo B.

Contém, ainda, fitonutrientes que mantêm a saúde da pele ajudam a impedir os malefícios da luz solar. A polpa é indicada para as doenças dos rins e do coração. Todas as variedades de abóbora são também laxantes e depuradoras de tóxicos intestinais que elevam a pressão arterial. São sempre recomendáveis para quem tem tendência à constipação intestinal.

Também ajuda na dieta de atletas. Isso se deve às vitaminas do complexo B, pois regulam funções importantes no metabolismo e à presença de carotenoides, que são componentes antioxidantes que o corpo transforma em vitamina A.

O consumo de carotenoides protege o organismo de doenças crônicas, como doenças cardíacas e câncer e também previne problemas de visão. As vitaminas do complexo B ajudam a melhorar nosso sistema nervoso, prevenindo doenças neurológicas e conferem mais energia ao organismo.

Para que seus benefícios sejam aproveitados, recomenda-se o consumo regular. Uma porção de abóbora cozida equivale aproximadamente a 50 gramas (1 ½ colher de sopa). O importante é que ela faça parte do  cardápio.

Quem está em dieta para emagrecer e pessoas diabéticas podem usufruir dos benefícios da abóbora. Por ser um alimento rico em fibras e ainda possuir em sua composição carboidratos de baixo índice glicêmico, a abóbora pode favorecer também o controle da glicemia, além de dar a sensação de saciedade.

A semente da abóbora também vem sendo bastante consumida. Ela possui uma boa quantidade de triptofano, um aminoácido importante na produção de serotonina, sendo estes responsáveis pelo controle do humor, sono e apetite. Uma porção de sementes torradas de abóbora por dia é o suficiente para a melhora do humor e disposição. Quando torradas, as sementes apresentam uma boa quantidade de zinco, ômega 3 e fitoesteróis, que são substâncias que auxiliam na redução o colesterol.

Há estudos que demonstraram benefícios na prevenção de câncer de próstata, artrite, no aumento da resposta imunológica, proteção do sistema cardiovascular, além de atuar como vermífugo natural (contra vermes).

As flores da abóbora são usadas em algumas regiões do país como parte de um refogado. Os brotos são utilizados para fazer ensopados e a casca pode enriquecer o arroz, a farofa ou até mesmo a carne moída. Basta usá-la bem picadinha.Para comprar a abóbora sem erro, observe se a casca está firme, lisa, sem rachaduras e sem manchas. Normalmente, ela é vendida em pedaços e, nesse caso, escolha o que parece mais fresco. A abóbora madura deve ficar na geladeira.

Carambola

carambola

A carambola é o fruto da caramboleira, uma árvore ornamental de pequeno porte. A fruta parece uma estrela quando cortada e tem cinco gomos. Possui flores brancas e purpúreas. É largamente usada como planta de arborização de jardins e quintais. É originária da Índia, sendo muito conhecida na China.

De sabor agridoce, com coloração variando do verde ao amarelo, dependendo do grau de maturação, rica em sais minerais (cálcio, fósforo e ferro) e contendo vitaminas A, C e do complexo B, a carambola é considerada uma fruta febrífuga (que serve para combater a febre), antiescorbútica (que serve para curar a doença escorbuto – carência de vitamina C, e que se caracteriza pela tendência a hemorragias) e, devido à grande quantidade de ácido oxálico, estimulador do apetite. Seu suco pode ser usado para tirar manchas de ferro, de tintas e ainda limpar metais. Sua casca é utilizada como antidisentérico, por possuir alto teor de tanino – cujo poder adstringente pode prender o intestino.

Pode ser consumida ao natural ou no preparo de geléias, caldas, sucos e conservas. Cortada em fatias e deixada no fogo brando com açúcar, fica quase da mesma consistência e sabor do doce de ameixa-preta. Na Índia e na China são bastante consumidas como sobremesa, assim como as flores e os frutos verdes, que são utilizados nas saladas.

Pessoas portadoras de insuficiência renal não podem comer carambola, pois esta fruta possui uma toxina natural que não é filtrada pelo rim destas pessoas, ficando retida no organismo e atingindo o cérebro, podendo levar inclusive, à morte. Os sintomas de intoxicação são crise de soluços, confusão mental, convulsões e coma.

 

Abacaxi

Abacaxi

O abacaxi é um fruto de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado, agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma “coroa”, cabe-lhe por vezes o codnome de “rei dos frutos”, que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses. O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos. O abacaxi é considerado o símbolo da hospitalidade. Para os povos antigos, colocar um abacaxi do lado de fora das casas é sinal de que visitantes são bem vindos.

O abacaxi pode ser consumido ao natural ou industrializado, sob a forma de fatias ou pedaços em calda, pedaços cristalizados, passa, picles, suco, xarope, geléia, licor, vinho, vinagre, aguardente. Todavia, os principais produtos são as fatias ou pedaços em calda e o suco. Com o suco do abacaxi podem ser preparados refrescos, sorvetes, cremes, balas e bolos. Como subprodutos da industrialização do abacaxi, obtém-se álcool, ácido cítrico (citrato), ácido málico, ácido ascórbico (vitamina C), bromelina (enzima que entra na composição de diversos medicamentos) e rações para animais; do restante da planta, são aproveitados industrialmente as fibras e o amido. O suco do abacaxi contém cerca de 12% de açúcar e 1% de ácidos orgânicos (principalmente ácido cítrico); é considerado boa fonte de vitaminas A e B1, bem como razoável fonte de vitamina C.

No Brasil, a variedade mais plantada é a Pérola (conhecida no exterior como do grupo Pernambuco), que produz fruto de polpa amarelo-pálida, quase branca, de sabor bastante doce e de baixa acidez; as folhas têm as margens armadas de espinhos.

 

 

Maça

Você sabia que a maça é composta de 85% de água e que seu açúcar, chamado de frutose, não provoca cáries? E por ser uma fruta que contém muita fibra, ajuda na limpeza dos dentes por meio do atrito causado na mastigação. Saiba que comer maça em jejum é ótimo para sua saúde em geral, pois contêm vitamina B1, vitamina B2, Niacina, fósforo, ferro, entre outros, sendo assim faz muito bem para o organismo e para a pele. A maçã possui um excelente valor nutritivo, pois em sua casca encontramos a pectina que ajuda a reduzir o colesterol do sangue. É muito utilizada para a fabricação de sucos, doces e também da sidra (bebida alcoólica). É um fruto com propriedade adstringente, sendo excelente para a garganta e cordas vocais. É ótimo também para evitar a constipação intestinal.

Banana

Você sabia que a banana é um dos alimentos mais consumidos no mundo? E mais… a banana nanica não é pequena! Ela tem esse nome porque o seu pé é que é pequeno, não a fruta! Há quatro tipos principais de variedades de banana: a banana-prata; a banana-maçã, a banana-caturra (também conhecida como banana-d’água) e a banana-da-terra. A banana, enquanto verde, é constituída essencialmente por água e amido, e, por isso, seu sabor é adstringente. À medida que vão amadurecendo, o amido transforma-se em açúcares mais simples, como a glicose e a sacarose, que lhe dão o sabor doce. A banana é o segundo fruto mais produzido e consumido no Brasil.

Grãos

Se você comer grãos variados frequentemente, terá garantido um super estoque de proteína, nutriente muito importante para manter a constituição e a manutenção dos tecidos corporais. Além disso, as proteínas transportam oxigênio e vitaminas para o corpo todo.

Quando ouvimos falar em grãos, nem sempre sabemos exatamente a qual grupo alimentar estamos nos referindo. É comum muita gente confundir o grupo dos cereais, como o arroz, milho e a aveia, por exemplo, com o das leguminosas, como os feijões e lentilha. Mas é importante saber que, quando falamos em grãos, estamos nos referindo às sementes dos cereais!

De maneira geral, os grãos podem ser consumidos em sua forma integral ou processada. Os integrais, como o próprio nome diz, são aqueles encontrados em sua totalidade, ou seja, sem que sua composição original seja alterada. O grão integral é formado por três camadas, que fornecem diferentes nutrientes e igualmente importantes. Já os refinados, como o tradicional arroz branco, são formados apenas por uma destas camadas.

As camadas que formam os grãos são:

• Farelo: rica em fibras e vitaminas do complexo B.

• Endosperma: rica em carboidratos, proteínas e algumas vitaminas do complexo B. É a única parte que continua presente no grão refinado.

• Gérmen:  rica em vitaminas do complexo B, proteínas, antioxidantes e outros nutrientes.

Isso quer dizer que os cereais integrais, que possuem todas as camadas, possuem maior valor nutritivo do que os refinados. Por isso, sempre que possível, é bom optar pelos integrais! Alguns estudos também mostram que o consumo de cerais integrais pode estar relacionado com menor IMC (índice de massa corpórea), gordura abdominal e circunferência de cintura. Ou seja, além de melhorar a qualidade da sua dieta, deixando-a mais saudável e aumentando sua saciedade, ao consumir cerais integrais você ainda pode ganhar uma ajuda pra perder aqueles quilinhos extras!

Mas lembre-se que isso só irá acontecer se a sua alimentação estiver equilibrada de maneira geral. Os cereais são alimentos muito versáteis e combinam com diversas preparações nos mais variados momentos do seu dia. Um cereal matinal integral no leite pode muito bem fazer parte do seu café da manhã, bem como o arroz integral no almoço. Além disso, você pode fazer uma preparação levando algum ingrediente integral, como a farinha integral, por exemplo.

Quando for ao supermercado, observe as opções das prateleiras. Cada vez mais aparecem novas opções de grãos integrais e produtos que utilizam este tipo de ingrediente em sua composição. Mas não se esqueça: Fique sempre de olho nos rótulo dos alimentos para garantir uma boa qualidade nutricional!

Fonte: Alelo